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- 21/09/2007 - 16:34
As Famigeradas Alianças Políticas!

Os governantes brasileiros com participação minoritária no Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas estaduais ou nas Câmaras Municipais são hoje obrigados a fazerem as tais alianças político-partidárias que garantam sua governabilidade.

A história brasileira tem demonstrado, que não tem existido somente degradação, servilismo e personalismo na vida política. Apesar desse tipo de ação ter prevalecido, ao longo de muitas décadas, no modo de ser e agir de uma parte expressiva daqueles que galgam posições de mando e de decisão é possível detectar, que existem políticos que têm feito um esforço significativo para elevar as condições de desenvolvimento do espírito público.

As práticas das alianças destruidoras do espírito público têm sido alimentadas há décadas ininterruptamente. É essencial, ao menos, não fomentá-las.
Há ausência de partidos com convicções definidas e é visível a fragilidade do nosso sistema representativo. Nessas condições, fica absolutamente impossível suplantar a supremacia do poder pessoal. A pessoalidade é uma marca que persiste fortemente no nosso ambiente político.

Inúmeros são os vícios individuais e institucionais que impedem a formação de projetos voltados para o interesse coletivo.

Temos que ter uma construção política que nos permita fazer a partir de 2010, o que infelizmente não esta sendo feito agora, quais sejam: investir nas reformas estruturadoras. Que possamos ter no nosso país alianças em torno de projetos.

É preciso que haja uma construção política que dê condições de executar um projeto de governo.

Como disse recentemente o Governador de Minas Aécio Neves (PSDB), num quadro tão positivo como vivemos atualmente: a economia internacional crescendo, a economia interna com indicadores positivos, o Governo com uma extraordinária base de apoio no Congresso e uma popularidade muito forte, e ele não esteja usando isso para construir as reformas que precisam ser feitas é uma pena.

Devemos levar em conta que a política não é feita somente de princípios, mas também de ações.
Nas nossas ações há ou não indicação de que tais vícios arraigados no padrão de domínio brasileiro estejam sendo, no mínimo, combatidos?

A pergunta é: A nossa sociedade seria ou não capaz de se organizar e mobilizar para provocar essas mudanças substanciais tão necessárias?

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 -Luiz Ernesto é cuiabano, funcionário público aposentado é diretor de Comunicação da Afemat (Associação dos

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